Livresco’s Weblog

O que vou lendo por ai…

Dia 30 de Maio de 2009 – MANIFESTAÇÃO NACIONAL: BASTA DE AUTORITARISMO E PREPOTÊNCIA! NÃO A ESTA POLÍTICA EDUCATIVA!

Unidos Venceremos

29/05/2009 Posted by | Educação: notícias | | Deixe um comentário

Pois…: Grândola – Ramalho Eanes desafia portugueses a serem mais exigentes com os governos

O ex-presidente da República Ramalho Eanes desafiou os portugueses a serem «mais exigentes» com os governantes, durante um colóquio comemorativo do 25 de Abril, realizado na quinta-feira em Grândola, promovido pela câmara local

«Nós temos o governo que merecemos, temos os partidos que merecemos, temos os subsistemas de saúde e educação que merecemos, porque somos responsáveis pela nossa sociedade», disse Ramalho Eanes, depois de citar um autor espanhol que responsabilizava os povos submetidos a regimes tirânicos, pela incapacidade de se revoltarem.

«Cabe-nos a nós impor regras, exigir condutas e, quando for necessário, substituirmos os governantes», frisou Ramalho Eanes, no colóquio moderado pelo jornalista Adelino Gomes, em que também participaram o empresário Belmiro de Azevedo, o social-democrata Pacheco Pereira e o presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, anfitrião e promotor deste colóquio comemorativo do 25 de Abril.

O general que comandou as tropas do 25 de Novembro (de 1975) – que para muitos significou o fim dos excessos do período revolucionário -, acrescentou que «é tempo de mudar» (de atitude), porque deve ser o povo português a definir as linhas do futuro.

Ramalho Eanes foi o último orador no colóquio em que o empresário de Belmiro de Azevedo contou como começou a construir o império da Sonae, de que detinha apenas 17 acções na fase inicial.

Belmiro de Azevedo, um dos maiores empresários portugueses, também se referiu às dificuldades que os portugueses atravessam, deixando um recado às gerações mais jovens para que apostem na qualificação e na «irreverência».

Para o social-democrata Pacheco Pereira, «o 25 de Abril cumpriu-se no fundamental: somos livres, temos uma democracia – não funciona muito bem nas é incomparavelmente melhor (do que a ditadura do Estado Novo)».

O comentador político advertiu, no entanto, para os perigos da crise económica que se faz sentir a nível mundial, e lembrou que «a democracia não sobrevive bem em ambientes em que as pessoas empobrecem rapidamente».

«Estamos a aceitar coisas que são inaceitáveis: estamos a aceitar que, cada vez mais, sejamos controlados electronicamente, a aceitar que toda nossa vida possa ser reconstituída pelo estado», frisou.

«Todos os meus movimentos bancários são conhecidos, todos os meus levantamentos no multibanco são conhecidos, os livros que compro numa livraria são conhecidos, se passear pela baixa de Lisboa estou permanentemente a ser filmado», frisou Pacheco Pereira procurando evidenciar a necessidade de os portugueses continuarem a lutar pela liberdade, no dia-a-dia.

Pacheco Pereira disse ainda que «se houver uma deriva autoritária, há hoje instrumentos muito mais poderosos do que os bufos da PIDE».

Durante o debate que terminou já hoje de madrugada, o jornalista Adelino Gomes leu um noticiário que foi transmitido na Rádio Renascença a 26 de Fevereiro de 1972 (dois anos antes da revolução de 25 de Abril de 1974), e que pouco mais era do que a agenda do então Presidente da República, almirante Américo Tomás.

Lusa/SOL

Fonte: SOL

24/04/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , | Deixe um comentário

Em homenagem ao 17 de Abril de 1969

Xutos e Pontapés – Sem Eira nem Beira

18/04/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , , , | Deixe um comentário

17 de Abril de 1969 – para recordar…

http://guitarradecoimbra.blogspot.com/2007/04/h-38-anos-atrs-coimbra-estava-em-ebulio.html

18/04/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | | Deixe um comentário

Obrigado pelas visitas!: dia 25 de Abril faço um ano…

visitas

12/04/2009 Posted by | Uncategorized | | 3 comentários

PCP acusa governadores civis de «atitudes persecutórias» – Comunistas querem ouvir os de Lisboa, Porto e Braga no Parlamento

O PCP pediu esta quinta-feira a audição dos governadores civis de Lisboa, Porto e Braga para os questionar sobre «atitudes persecutórias» contra o direito de manifestação de cidadãos, noticia a Lusa.

O anúncio foi feito pelo deputado comunista António Filipe, no período de declarações políticas, na Assembleia da República, num debate em que o PS ficou em silêncio.

António Filipe enumerou os casos de perseguição, como o do governador civil de Braga que processou dirigentes sindicais de desobediência por terem «promovido uma manifestação não autorizada».

«Nunca vi ninguém ser processado por, sem autorização, aplaudir o Governo», ironizou o deputado do PCP, lembrando que essa manifestação em Guimarães era de protesto.

Outro caso foi no Porto em que o PCP acusa a governadora civil de «se arrogar o direito de definir um percurso de uma manifestação».

Em Lisboa, a governadora civil, criticou, quis «proibir a montagem simbólica de tendas por agricultores, junto à Assembleia da República, com o argumento caricato de que montagem de tendas só pode ser feita em parques de campismo», disse.

Recolha de informações pela PSP

António Filipe recordou ainda o caso dos agentes da PSP que, em 2008, foram recolher informações à sede de um sindicato na Covilhã, em vésperas da manifestação dos professores que reuniu cerca de 100 mil pessoas, em Lisboa.

«Intolerável», criticou o deputado do PCP, para classificar a atitude dos governadores civis, dado que a Constituição determina que os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.

«Em democracia, não há manifestações pacíficas que sejam ilegais ou que precisem de ser autorizadas», afirmou.

Críticas do BE e do PSD

Perante o silêncio da maioria PS, falou o líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Luís Fazenda, afirmou que estas atitudes dos governadores civis é coerente com «a atitude política e cultural» de José Sócrates.

«O senhor primeiro-ministro irrita-se quando vê manifestações. É o único primeiro-ministro da Europa que afronta as manifestações», disse.

Já Guilherme Silva, deputado do PSD, apoiou a intervenção do PCP, acusando o Governo de Sócrates de, nesta legislatura, «cercear as liberdades» dos cidadãos, dando o exemplo do «caso Charrua».

Uma intervenção que levou o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, de fazer uma outra para a defesa da honra do Governo devido à acusação de Guilherme Silva de o executivo alegadamente «instrumentalizar as forças de segurança para reprimir as liberdades individuais».

Fonte: IOL Diário

23/01/2009 Posted by | Política: notícias | | Deixe um comentário

Um dos blogs que incomoda este fascismo encapotado em vivemos:

http://doportugalprofundo.blogspot.com/

25/11/2008 Posted by | Política: artigos de opinião | , | Deixe um comentário

Pantufa Negra: PE incentiva “debate aberto” sobre os blogues

LINK

27/09/2008 Posted by | Política: artigos de opinião | | Deixe um comentário

JN: Ataque cibernético ao “big brother” chinês

Repórteres Sem Fronteiras saqueram frequência de estação de Pequim

A associação Repórteres Sem Fronteiras deu um golpe ao “big brother” chinês. Em ataque cibernético, pirateou a frequência de uma rádio de Pequim, saqueou clandestinamente a emissão e disse cobras e lagartos do regime.

Esta é uma história de pilhagens cibernéticas, com despojos virtuais. Se, na véspera, lhe tinham saqueado o site internet com um ataque viral de procedência desconhecida, embora se suspeite de “hackers” chineses, ontem, a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) conseguiu uma gloriosa retaliação: ludibriou o controlo do regime, pirateou a frequência FM de uma rádio de Pequim e emitiu, clandestinamente, durante quase meia hora, palavras de ordem pela liberdade de expressão e contra as supostas violações dos direitos humanos no Império do Meio.

Organizado desde Paris, o ataque pirata da RSF foi perpetrado através de emissores miniaturizados e de antenas móveis. E até a hora da emissão clandestina teve toda a simbologia: se, na superstição numérica dos chineses, a abertura dos Jogos estava marcada para as 08.08 horas da noite de 8/8/2008, a rádio FM foi tomada de assalto às 8.08 horas da manhã.

Uma voz, em francês, seguida de outra, na dobragem em inglês, endereçou a primeira declaração às autoridades chinesas: “Nunca calarão a liberdade da palavra”.

As mensagens contra o regime continuaram na língua local: “Sejam bem-vindos à Rádio Repórteres Sem Fronteiras em Pequim […] para vos informar sobre a liberdade de expressão no país da censura”; “Esta é a maior afronta ao regime que mantém na cadeia dezenas e dezenas de jornalistas e de internautas”.

A RSF congratulou-se de ter criado, ainda que brevemente, “a única estação de rádio livre da China, a primeira não estatal desde que o Partido Comunista tomou conta do poder, em 1949”.

Durante os 22 minutos de antena clandestina, defensores chineses dos direitos humanos refugiados no estrangeiro pediram a Pequim que libertasse os presos por delito de opinião e que descodificasse as frequências das rádios internacionais que emitem em Chinês, nas frequências de onda curta.

LINK

09/08/2008 Posted by | Política: notícias | , | Deixe um comentário