Livresco’s Weblog

O que vou lendo por ai…

Leitura aconselhada para se perceber o assalto à TVI por parte do José Sócrates

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
O labirinto socratino (em actualização)

Quinta fase da guerra para o controlo socratino da TVI

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Providência cautelar contra a compra de 30% da Media Capital pela PT

Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Dead Men Walking .

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26/06/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , | Deixe um comentário

Querem calar a boca da TVI

TVI

26/06/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | Deixe um comentário

‘Despedimento’ esteve iminente – Pressão política evita saída de Moniz da TVI

As intervenções do Presidente da República, da líder do PSD e dos restantes partidos da oposição travaram a saída de José Eduardo Moniz da direcção da TVI

A demissão estava já decidida há alguns dias pela Prisa (proprietária da Media Capital, a empresa da TVI) e o respectivo anúncio iminente. Faltava apenas concluir a negociação da elevada cláusula de rescisão prevista no contrato de Moniz (entre 2 e 3 milhões de euros) – soube o SOL junto de responsáveis da estação de Queluz.

As declarações de Cavaco Silva, ontem de manhã – abrindo «uma excepção», como o próprio assumiu, na regra de não se pronunciar sobre negócios entre empresas –, foram um sinal claro para o grupo espanhol de que a venda de 30% da TVI à PT se tornara um caso político nacional.

Continue a ler esta notícia na edição impressa disponível nas bancas espalhadas por Portugal e Angola

Fonte: SOL

26/06/2009 Posted by | Política: notícias | , | Deixe um comentário

Armando Esteves Pereira, Director-adjunto do CM: A novela da política real

Quando as coisas começam a correr mal, as pessoas tendem a cometer mais erros. Que o diga Sócrates, durante quatro anos invencível nos debates parlamentares, que quarta-feira, quando confrontado por Diogo Feio sobre o negócio da Media Capital, teve um lapso ao falar da linha editorial da TVI. Manuela Ferreira Leite comentou o deslize do primeiro-ministro e disse que a “boca lhe fugiu para a verdade”.

A Media Capital até emitiu ontem um comunicado em que Moniz vem defender o negócio entre a Prisa e a PT, mas essa declaração não apaga o ónus que recai sobre o Governo neste processo. Em termos políticos, a soma destas manobras mal explicadas pode sair cara a José Sócrates.

Os portugueses gostam de heróis perseguidos. A própria história da TVI mostra isso: Moniz chegou à liderança do horário nobre com um Zé Maria que todos os concorrentes da primeira edição do ‘Big Brother’ queriam expulsar da casa, mas que por causa disso ficava cada vez mais popular. Agora, na verdadeira novela da política real, o Governo dá a ideia de querer expulsar da casa o ‘José Eduardo’.

O assunto tornou-se mais quente e interessante do que o TGV ou o manifesto dos economistas. E nestas histórias populares o feitiço costuma virar-se contra os feiticeiros.

Fonte: Correio da Manhã de 26.06.2009

26/06/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , , | Deixe um comentário

João Pereira Coutinho, Colunista: O preço do desespero

O Presidente da República deseja saber por que motivo a PT quer entrar na Media Capital. O prof. Cavaco devia ter ouvido o último debate parlamentar: pela boca do eng. Sócrates, que ironizou com a ‘linha editorial’ da TVI, ficou transparente que o Governo, através da PT, deseja açaimar o único canal televisivo que não come a propaganda do PS.

Acontece que a jogada tem um problema: o tempo. Tirando a natureza óbvia e imoral do negócio, mais própria de democracias latino-americanas,a entrada na TVI pode ser um erro estratégico. A três meses das legislativas e com a possibilidade séria de as perder,o governo Sócrates arrisca-se a comprar um canal televisivo para o oferecer, logo de seguida, ao governo da oposição. Irónico? Sem dúvida. Mas éo preço a pagar quando se governa em desespero.

Fonte: Correio da Manhã de 26.06.2009

26/06/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , , | Deixe um comentário

Eduardo Dâmaso, Director-adjunto do CM: Ministro despedido

O quarto arguido do caso Freeport é o arquitecto Carlos Guerra, gestor de um programa comunitário com verbas para a agricultura. A partir de ontem é também o responsável involuntário pelo despedimento político do ministro da Agricultura.

A história é simples e, ao mesmo tempo, uma metáfora arrasadora do estado a que o Governo chegou. Sócrates garantiu no plenário da Assembleia da República que Carlos Guerra havia apresentado a demissão ao ministro da Agricultura na semana passada, este apreciara o gesto e aceitara a demissão.

Quase no mesmo instante, nos Passos Perdidos reais ou simbólicos, Jaime Silva garantia aos jornalistas que ainda não falara com Carlos Guerra e que iria “ouvi-lo”. Obviamente o ministro da Agricultura estava distraído e não ouviu o que Sócrates disse. Mas o mais extraordinário é que minutos depois voltou a falar com os jornalistas como se já tivesse arrumado a questão. Aceitara o pedido de exoneração e adiantou mesmo um pormenor ou outro.

Extraordinária capacidade de representação! Jaime Silva não se limitou a estragar o bom ‘número’ que Sócrates havia feito no debate ao desarmar uma questão de Paulo Rangel. A sua ingenuidade levanta a pior nódoa que pode pairar sobre um governo: afinal, quem mentiu? Sócrates? Jaime Silva? Não é irrelevante saber o que aconteceu.

Fonte: Correio da Manhã de 25.06.2009

26/06/2009 Posted by | Política: artigos de opinião | , , | Deixe um comentário