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O que vou lendo por ai…

António Ribeiro Ferreira, Jornalista, sobre o Vítor Constâncio

“(…) É óbvio que conhecendo o senhor não se espera que peça desculpa aos indígenas pelas suas falhas de supervisão e pelo dinheiro que o Estado já gastou e vai gastar com o BPN nacionalizado e, já agora, com o BPP. Mas, como não pede desculpa, é legítimo que alguém lhe diga que tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta.”

Fonte: Correio da Manhã de 08.06.2009

08/06/2009 - Posted by | Política: artigos de opinião

1 Comentário »

  1. Sr Jornalista António Ribeiro Ferreira:-
    Antes de mais, quero salientar que sou um apreciador assiduo dos seus artigos, que, para além de os achar muito bem escritos e sobretudo, com a profundidade objectiva que normalmente não se vê em grande parte dos seus colegas Jornalistas.
    Aprecio muito o Seu “Estado do Sítio” e da maior parte daquilo que escreve.
    Mas, como é sabido, “não há bela sem senão”. Hoje tive a oportunidade de ler um seu artigo em que contava as agruras de um taxista que fora vítima da inconstância e indefinição, do sr D. Duarte.
    Como não sou advogado de defesa do referido senhor, limito-me a chamar-lhe à atenção para o facto de qe o sr D. Duarte Nuno, não existir, (existiu sim mas era o Pai de D. Duarte Pio, que certamente era a quem se quereria referir).
    Mas ja agora, quanto às opções Republicanas dos Portugueses, porque o sr D. Duarte Pio apanha taxis e mostra alguma indefinição no destino que pretendia, e não porque existe uma opção democrática quanto à instituição que deverá prevalecer no país, deixe que lhe diga, que isso é muito pouco sólido para justificar qualquer opção institucional. Devo-o lembrar que os portugueses nunca foram consultados se sim ou não queriam ser Republicanos e não Monárquicos.
    E quanto ao facto de o referido Sr. D. Duarte, andar de Taxi, demonstra claramente qual a diferença entre os pseudo-defensores do Povo, (com a respectiva humildade que lhe seria inerente), onde o “novo-riquismo” se salienta com a utilização de Carros carissimos com respectivos motoristas e guarda-costas (pagos por todos nós) e a atitude natural de um cidadão comum que utiliza um transporte comum, quando necessário e para onde fôr necessário apesar de ser um descendente daqueles que criaram este país e toda a grandeza que estes falsos humildes estão a entregar ao poderio económico da UE.
    E já agora, teria alguma vez alguém da Familia Republicana, Laica e Socialista (por exemplo) usado este tipo de transporte para que algum taxista ficasse feliz, fazendo, como convinha ao dito, uma grande viagem.
    Na parte que me toca, normalmente ando a pé, e quando apanho taxi, se receber um telefonema a dizer que a minha presença deve ser a (b) em vez da (a), só me resta pedir desculpa ao dito taxista e alterar a rota.
    Que bom seria que este País se tornasse um país de verdade, com uma Instituição monárquica e sem os troliteiros que poluluam nos corredores do poder.
    Mais uma vez peço desculpa por esta opinião, mas, como sou um seu leitor, achei que lhe poderia dizer tudo isto.
    Com os meus cumprimentos sou o
    Francisco Luiz Machado Santos

    Comentar por Francisco Luiz | 19/06/2009 | Responder


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